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    1 – As plantas, além do papel fundamental que têm para o ambiente, nomeadamente como produtoras de oxigénio, representam hoje em dia um importante recurso ao nível das terapias complementares.
    O seu custo é baixo e as aplicações das suas propriedades (principios ativos) estão cada vez mais estudados e comprovados no auxílio ao tratamento de problemas de saúde de vária ordem, desde patologias físicas, mas também emocionais. São portanto quando bem utilizadas, amigas do bem-estar das pessoas e animais.

    2 – Desde sempre uma apaixonada pela Natureza e muito curiosa na experimentação de plantas.
    Lembro-me que quando saí da cidade, para ir morar na Margem Sul do Tejo, descobri todo um mundo novo, essencialmente vegetal, que existia abundantemente naquela zona.
    Os meus avós acabaram por ir viver connosco, atraídos pela possibilidade de poderem voltar a ter uma horta, à semelhança do que era o seu quotidiano até saírem da aldeia onde nasceram e viveram para irem à procura de uma vida melhor em Lisboa.
    Aí começou de facto a minha utilização das plantas, tanto as selvagens, existentes nos pinhais ali à volta, como aquelas mais conhecidas e que eram plantadas e semeadas pelos meus avós, para nosso consumo: couves, alfaces, frutas variadas, aromáticas, etc.

    Atualmente vivo novamente em Lisboa, mas essa horta foi mantida pelos meus pais, onde me vou abastecer frequentemente.

    Compro também muitas ervas, legumes, etc, aqui em Lisboa, já que os vegetais fazem parte da minha alimentação diária.
    Não como carne nenhuma e portanto, como peixe, cereais, ovos, frutas, legumes, aromáticas, frutos secos e muitas ervas aromáticas,

    Além disso, sou uma apaixonada por óleos essenciais, que são basicamente a minha farmácia cá de casa e servem como primeira abordagem para qualquer maleita.
    Geralmente os resultados são surpreendentemente bons e não tenho tido necessidade, desde há 4 anos, de recorrer à ajuda da medicina convencional.

    3 – Aquilo de que e lembro melhor era da ingestão diária de 2 dentes de alho crus, no final das refeições, por parte de meu avô. Ele fazia isso como preventivo de todas as maleitas.
    A minha avó plantava e consumia muito, chá principe, Cidreira, hortelã, chá de limão e também o famoso xarope feito com rodelas de cenoura e açúcar, este último para a tosse.

    #13703
    raquel.fmarques
    Participante

    Obrigada por esta partilha tão pessoal e tão enriquecedora

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